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  • Preço de passagens aéreas caiu quase 11% em 4 anos


    O preço de passagens aéreas no Brasil registrou queda de quase 11% no período de 2022 e 2025. Os dados foram apresentados pela Agência de Aviação Civil (Anac) nesta segunda-feira (17/1), em uma coletiva de imprensa em que participaram nomes como Tiago Faierstein, presidente da Anac, e o ministro Sílvio Costa Filho, titular da pasta de Portos e Aeroportos.

    Segundo a Anac, em 2022, o preço médio das passagens era de R$ 727,01, enquanto no ano passado, o valor médio do bilhete aéreo caiu para R$ 647,67. "Mais da metade das passagens foram vendidas, no ano passado, por valores abaixo de R$ 500 e quase 24% dos bilhetes foram vendidos abaixo de R$ 300", comentou Tiago, ao destacar que as passagens mais em conta foram compradas com antecedência. 

    O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, frisou que a queda no preço dos bilhetes  ocorreu em meio ao aumento da demanda por voos nacionais e internacionais. "Na medida que a gente bateu recordes, em 2022 nós tivemos 97 milhões de passageiros. Terminamos o ano (de 2025) agora com quase 130 milhões de passageiros", disse Costa Filho.

    Em relação ao destino dos voos registrados no ano passado, o chefe da Anac afirmou tanto viagens nacionais como internacionais registraram quase totalidade da ocupação das aeronaves. "Desses (assentos preenchidos), 86,5% foram de voos nacionais e 85,6% referentes à voos internacionais", comentou Faierstein.

    Tolerância zero

    O presidente da Anac também sugeriu uma espécie de punição para passageiros que promovem situações de confusão e brigas nas aeronaves. Segundo Faierstein, a proibição de embarque de passageiros que se envolveram em situações deste tipo vem sendo analisada pela Anac.

    “O que a Anac vai fazer é uma nova regulamentação. A gente vai, por exemplo, permitir que as companhias aéreas possam punir esses passageiros", disse. "Pode ser que a pessoa tenha uma restrição para embarcar em aeronaves”, completou Faierstein, durante a conversa com jornalistas.

    Fonte: correiobraziliense



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